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Dando prosseguimento ao beneficiamento da castanha de caju, etapas: Resfriamento e Ventilação!

Atualizado: Ago 21

Nesse novo post iremos explicar como ocorre o processo de resfriamento, decorticação e ventilação da amêndoa de castanha de caju.


No post anterior nós paramos na parte do processo onde as castanhas estão sendo centrifugadas. Após esse fase ser concluída, as castanhas que ainda estiverem com a temperatura elevada ficam repousando em silo de resfriamento por 1:30 a 2:00 horas, onde serão submetidas a uma ventilação forçada para a redução da temperatura até, aproximadamente, 44°C, dependendo do tipo de castanha. Quando o tempo no resfriamento é insuficiente, as castanhas tornam-se demasiadamente quebradiças a ponto de comprometer a amêndoa, ocasionando um elevado índice de quebras. No outro extremo, quando as castanhas recebem um resfriamento prolongado, as mesmas apresentam-se “borrachudas” (flexíveis) e seu corte fica comprometido.


Após esse processo as castanhas seguem para a próxima etapa, a decorticação, que é onde ocorre o corte ou abertura da castanha, assim separando a amêndoa da casca. O processo mecânico de decorticação é feito por choque ou por impacto da castanha sobre um disco que a arremessa em alta rotação contra uma chapa-alvo, e para que esse processo ocorra de um forma mais eficiente nós da Onvit possuímos 7 decorticadores com potências diferentes, assim mitigando o máximo a quebra da amêndoa.


Depois da decorticação a amêndoa segue para a ventilação, uma vez que grande quantidade de amêndoas permanece aderida à casca, as castanhas continuam seu trajeto por um circuito de ventiladores onde, por projeção contra superfícies fixas, a amêndoa é separada da casca, com a ação coadjuvante de peneiras vibratórias. As castanhas semiabertas retornam ao mecanismo de corte para completar essa etapa.


As cascas e amêndoas com casca seguem para uma peneira vibratória, onde há a separação da casca, que segue para o silo de armazenamento, e das amêndoas em pedaços, as quais passam por mais 02 ventiladoras, sendo que numa sai mais amêndoas em pedaços e noutra sai mais casca. Após essa etapa, esses produtos passam por outra ventiladora, onde ocorre a separação de casca, amêndoas em pedaços com casca e película. O retorno (amêndoa mais casca) volta para o decorticador. O processo é continuado para as amêndoas que não apresentam casca. No caso das cascas, estas vão para um silo de armazenamento.


Assim, depois de termos aprendido sobre esses três processos, podemos observar como ocorre uma das principais etapas da transformação da castanha em amêndoa, a decorticação ou mais comumente conhecida como corte. No próximo post continuaremos abordando os próximos passos do nosso processo de beneficiamento da castanha de caju.


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