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Nosso processo de beneficiamento da castanha de caju parte 9!

Atualizado: Set 30

Estamos entrando na reta final do nosso processo produtivo, e por conta disso, iremos no post de hoje falar sobre as fases de: Adição de sal, segunda etapa do resfriamento, quarta etapa da ventilação e do detector de metais.

Na parte de adição de sal as amêndoas de castanha de caju torradas a óleo que serão salgadas recebem sal quando ainda estão quentes, e nas mesas de resfriamento. A quantidade de sal é 50 g para 32 Kg de amêndoas (0,16% de sal).


As amêndoas torradas (inteiras, em pedaços, granuladas e farinhas), que não serão salgadas, são colocadas em mesas de inox para resfriamento, onde permanecem de no mínimo 2 horas a no máximo 14 horas, dependendo do volume de amêndoas.


As amêndoas granuladas e os pedaços (natural ou torrados), antes de seguirem para a embalagem, passam pela quarta etapa de ventilação para retirada de farinha, película e outras sujidades. No caso das farinhas, estas seguem direto para a embalagem.


Por último as amêndoas passam pelo detector de metais, onde através de um funil há a detecção de metais ferrosos, não ferrosos e inox. Se houver presença de metais, o equipamento emite um sinal sonoro. O mesmo é testado duas vezes ao dia, no início da produção e no retorno das atividades após o almoço, com  três corpos de prova, sendo eles:

  • 0,6 mm para metais ferroso;

  • 0,8mm para metais não-ferrosos;

  • Inox 1,0mm.

Caso haja detecção de algum metal, o produto segue para a etapa de revisão, se não, segue para a etapa de embalagem.


Com isso nós finalizamos esse post. Na próxima semana iremos para o último post do nosso processo produtivo. Aguardo você lá!


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